O mundo vem atravessando uma época de incríveis e extraordinárias transformações. Para acompanhar esse processo precisamos por em prática NOVAS EXPERIÊNCIAS, reorganizar tudo o que conhecíamos em novas idéias, formatos, propostas, desafios.
Os sindicatos tradicionais precisam superar as fórmulas sindicais ultrapassadas. Com o grevismo questionado e rejeitado pela maioria da base, o sindicato não foi capaz de criar *NOVAS FORMAS DE ATUAÇÃO para potencializar as suas ações e colocar a questão educacional no centro do debate sobre o desenvolvimento econômico e social em curso em Pernambuco.
[*Não se trata de ser contra a greve como um importante instrumento de luta. O que questionamos é a sua utilização indiscriminada, sem a devida preparação e, sobretudo quando não se considera as condições objetivas da conjuntura. Por outro lado, já é possível criar e experimentar novas formas de mobilização muito mais impactante e de maior poder de pressão.]
Pernambuco vive a sua década de ouro. Trata-se de uma verdadeira revolução industrial. O volume impressionante de recursos que estão sendo investidos pelo governo estadual (EDUARDO) e federal (LULA/DILMA) vem transformando profundamente a nossa realidade econômica e social.
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Tudo isso afetará o nosso modelo educacional e a realidade dos profissionais do ensino. Temos que criar outro DISCURSO, um NOVO PROJETO EDUCACIONAL, outras reivindicações e NOVAS FORMAS DE LUTA.
Esse desafio não poderá ser assumido e enfrentado por aqueles que resistem em mudar. O novo sindicalismo precisa ser mais dinâmico, criativo, inovador, transparente, pluralista e democrático.
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Esse desafio não poderá ser assumido e enfrentado por aqueles que resistem em mudar. O novo sindicalismo precisa ser mais dinâmico, criativo, inovador, transparente, pluralista e democrático.
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No momento em que o Brasil desponta no cenário mundial como uma das mais promissoras e prósperas economias dos países chamados emergentes, o movimento sindical dos educadores públicos não consegue destacar a sua agenda e despertar o interesse da sociedade para buscar soluções para um dos maiores entraves ao desenvolvimento.
A questão educacional é o mais importante desafio para o país que mais cresce no mundo. Como é possível o país alcançar a pretensão de tornar-se a 6ª economia do mundo com tão graves problemas educacionais?
Como melhorar a qualidade de ensino se o salário médio do professor brasileiro em início de carreira é o terceiro mais baixo em um total de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento comparados em um estudo recente da UNESCO?
Como melhorar a qualidade com salas superlotadas e quentes, precárias condições de ensino, dupla (e tripla) jornada de trabalho, falta de formação adequada, além dos piores salários entre os profissionais de nível superior?
"A formação dos educadores é praticamente feita por eles mesmos. Com até três empregos para sobreviver não pode se dedicar aos estudos. Há uma relação direta entre salário do professor e desempenho dos alunos", diz Juçara Dutra, presidente da CNTE.
Em nosso estado, milhares de professores ministram mais de 50 horas-aulas semanais – um acúmulo de trabalho considerado desumano. Segundo a UNESCO, com uma jornada tão exaustiva os professores são submetidos a altos níveis de estresse, adoecem e consequentemente se desmotivam.
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A pergunta que lançamos para o debate é: com problemas educacionais tão graves por que os sindicatos de educadores não conseguem mobilizar a opinião pública, a classe política, o empresariado e a sociedade para pressionar o estado a assumir suas responsabilidades constitucionais de cuidar da educação?
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O NOVO SINDICALISMO que propomos deve por em prática um eficaz modelo de gestão, baseado nos fundamentos do planejamento estratégico, investir na formação de suas lideranças, estimular o surgimento de novas lideranças, prestar um bom atendimento aos sócios e democratizar as decisões de como aplicar os recursos arrecadados dos filiados.
A transparência na administração de recursos é uma exigência crescente da sociedade. Todos devemos cobrar! Felizmente já estamos ouvindo um clamor crescente da opinião pública pela ética.
A transparência na administração de recursos é uma exigência crescente da sociedade. Todos devemos cobrar! Felizmente já estamos ouvindo um clamor crescente da opinião pública pela ética.
O NOVO SINDICALISMO tem como uma de suas ações estratégicas a organização dos educadores por local de trabalho, sempre negligenciada pela maioria das lideranças sindicais.
Propomos um amplo debate, além de cursos de formação visando sensibilizar a categoria para a importância das Comissões Sindicais de Base que devem ser eleitas em todas as escolas.
As CSB serão instrumentos de aproximação entre a direção do sindicato e os educadores, além de se tornar um espaço de debate das questões escolares e de mobilização. É através das CSB que o sindicato conseguirá atrair os novos educadores e educadoras contratados(as) para o centro dos debates e das decisões dentro das escolas.
Propomos um amplo debate, além de cursos de formação visando sensibilizar a categoria para a importância das Comissões Sindicais de Base que devem ser eleitas em todas as escolas.
As CSB serão instrumentos de aproximação entre a direção do sindicato e os educadores, além de se tornar um espaço de debate das questões escolares e de mobilização. É através das CSB que o sindicato conseguirá atrair os novos educadores e educadoras contratados(as) para o centro dos debates e das decisões dentro das escolas.
Tudo isso precisa mudar! O movimento por um NOVO SINDICALISMO faz um convite especial a todos os Educadores e Educadoras, para se envolverem na construção de um Tempo de Grandes Mudanças.
A hora é agora. Todos queremos mudanças. Este movimento vem atraindo pessoas inovadoras e dispostas a se envolver com uma verdadeira e democrática transformação do modelo de gestão sindical.
A mudança que queremos não é uma questão de força, mas de inteligência estratégica. A unidade que entendemos ser possível passa por princípios e valores compartilhados e pela participação igualitária de todos nas decisões.
O movimento NOVO SINDICALISMO está colocando em debate as práticas, princípios e propostas do Novo Ativismo Mundial.
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Em várias partes do mundo vem surgindo ações espetaculares e movimentos reivindicatórios de grande poder de mobilização e imenso impacto na mídia, na opinião pública e, sobretudo na sociedade.
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Em várias partes do mundo vem surgindo ações espetaculares e movimentos reivindicatórios de grande poder de mobilização e imenso impacto na mídia, na opinião pública e, sobretudo na sociedade.
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O Novo Ativismo se caracteriza pelo Apartidarismo e Independência em relação ao Poder Institucional.
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Suas marcas são a Criatividade, a Inovação Constante, a Mobilização Permanente e uma maior racionalização do instrumento da greve (nos serviços públicos), em geral tão desgastante para a categoria e sempre causador de imensos prejuízos à comunidade.
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Suas marcas são a Criatividade, a Inovação Constante, a Mobilização Permanente e uma maior racionalização do instrumento da greve (nos serviços públicos), em geral tão desgastante para a categoria e sempre causador de imensos prejuízos à comunidade.
Colegas juntem-se a nós com esperança.
Um NOVO SINDICALISMO
Um NOVO SINDICALISMO
está nascendo! Torne-se parte
desta conquista!
desta conquista!
Manifesto da Frente Sindical SOLIDARIEDADE: MOVSOL / CUT DEMOCRÁTICA E SOCIALISTA / ARTICULAÇÃO CRISTÃ OPERÁRIA / INDEPENDENTES. Assinam este manifesto - Carlos Vasconcelos, Valdenio Carvalho, Oscar Paes Barreto, Fernando Nascimento, Humberto Felipe, Pedro Henrique, Lindemberg Acciole, Marineide SIMPMOL, Antônia SIMPMOL e mais de 1000 assinaturas de simpatizantes.
Vamos nos preparar para o debate das eleições no SINTEPE que acontecerá em novembro próximo! Colegas juntem-se a nós com esperança.

